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domingo, 25 de dezembro de 2011

Meu mar, meu barco.

A minha vida é mar desconhecido,
É mar conhecido também, às vezes.
Minha cabeça é minha, só minha,
e ninguém vive nela, só o dono.

Sou capitão do meu barco.
Que é minha vida, no mar.
No mar da minha mente, onde
Tem tudo que não existe.

Eu festejo, eu que mando.
No barco sem motim, cuja
Tripulação, entra e sai diferente.

Levam pedaços de mim, roubam
o barco, desafiam o capitão.
O capitão tece sorrisos e harmoniza o coração.

Jorge Madoz

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